
Psidium guajava, segundo a enciclopédia livre, é uma pequena árvore frutífera tropical, nativa de toda a América, exceto Canadá, e da África do Sul.
A psidium guajava que brotou no corredor lateral ao corpo de minha casa, ao lado do meu quarto, era uma raríssima espécie mágica.
Quando brotou foi ignorada até atingir uma altura de uns vinte e cinco centímetros, creio.
Não sou zeloso com o quintal. Sou mais um tipo que vez ou outra sai arrumando e ajeitando e no final acha lindo o resultado do esforço e jura em falso tornar esta ação mais freqüente, menos espaçada, mas logo este ímpeto passa e cede lugar a prioridades.
Foi numa dessas raras ocasiões que me deparei com a tal árvore mágica; confesso que por ela não dei absolutamente nada; lembro-me de ter comentado com minha esposa: _Brotou uma árvore ao lado do nosso quarto, creio ser uma psidium guajava.
Ela não se empolgou, agiu mecanicamente com aquela empolgação pronta, artificial: _Que legal! Ela disse. E completou: _Vai deixá-la crescer? Perguntei por que não deixaria, ela disse sei lá e a árvore seguiu a ordem divina e cresceu milímetro a milímetro sem pausa, sem pressa, sem ansiedade.
Quando atingiu a estatura de um metro e meio já conseguia com seus frágeis e jovens galhinhos experimentar a textura da parede do muro da casa ao lado e da janela de zinco de meu quarto.
Foi nessa época que ela deu os primeiros prodígios de seus poderes miraculosos. Era madrugada. Os ventos uivavam por sobre nosso telhado. O ar úmido prenunciava a chuva que certamente se aproximava. Eu não tinha mais nada para fazer, a televisão não me detinha, nem a leitura me apetecia. Era para o mundo de Morfeu que eu me encaminhava preguiçosamente entregue em meu colchão novinho em folha, semi-ortopédico, garantia de horas de bom sono contínuo. Ah, que saudade dele novinho!
Foi rápido para chegar ao estado de sono REM.
Mas a psidium guajava queria atenção, estava assustada e caprichosamente começou a roçar minha janela. O farfalhar das folhas não nos incomodava, já éramos acostumado com aquele som, mas aquele leve arranhar da janela me surpreendeu, devo admitir. Acordei assustado. Não aterrorizado, histérico, com o coração aos galopes, mas assustado, da forma mais básica que possa imaginar.
O vento soprava. A chuva não havia ido além da promessa e a psidium guajava arranhava a janela de um jeito muito delicado, mas insistente.
Na manhã que seguiu aquela madrugada encontrei o quintal todo úmido, molhado. A promessa de chuva fora cumprida. Fui até a pequena arvora mágica e notei que havia apontado para a janela de meu quarto um pequeno galho cujas folhas haviam se desprendido, e assim deixava exposta a fina extremidade do braço da plantinha. Um imenso capricho ela abandonar algumas folhas, apenas para poder com um “dedinho” arranhar a janela de meu aposento, pedindo proteção, carinho, quem sabe.
O tempo passou e as raízes aprofundaram-se, o tronco foi ganhando um contorno mais corpulento e a copa se alargou ao ponto de oferecer uma deliciosa sombra sobre meu quarto, para as horas mais quentes da tarde. Mas nessa época de “adolescência” da planta ela mostrou-se desajeitada como todos são nesta idade e não precisava de uma forte chuva pra causar a impressão que a qualquer momento romperia a janela e iria parar no meio do quarto, espavorida e toda molhada. Ela tinha pavor de chuvas precedidas por fortes ventos.
Decidimos ser aquele o momento ideal para a primeira poda. Feita a poda os galhos próximos a janela ficaram distantes. Não era uma distância demasiada, mas certo que era algo suficiente para que, mesmo em dia de temporal, ela não conseguisse tocar a janela de meu quarto para nos chamar a atenção atrapalhando nosso repouso.
Mas que nada. Mesmo mocinha ela ainda se comportava como criançola, e usando seus poderes mágicos adquiriu uma flexibilidade de seu tronco de dar inveja a uma contorcionista respeitada; e numa chuva mais brava, por meio de um esforço hercúleo, lá estava nossa árvore mágica; apavorada a pedir para adentrar nosso quarto através da janela.
No dia seguinte cortei mais um pouco dos galhos. Não adiantou nada. Creio que se tivesse tirado todos seus galhos, deixando-a pelada, o que seria uma atrocidade, ela ainda curvaria seu tronco para nos chamar a atenção nas noites de chuva brava. Digo mais, se cortássemos seu tronco tenho certeza que ela escalaria as paredes, feito uma aranha, fazendo de suas raízes inúmeras pernas, só para arranhar a janela de nosso quarto.
Durante o dia era muito raro vê-la tão assustada, mesmo por que não ficávamos em casa neste período.
Até para as plantas o tempo passa e as fases sedem vez as que chegam trazendo novidades.
Com os galhos mais robustos ela passou a convidar amigos para passar temporadas em suas folhas. Eles vinham de todas as partes; pardais, pombinhas, maritacas (estas barulhentas e fanfarronas), aquela ocupação temporária era mais um sinal dos poderes miraculosos de nossa querida árvore. Afinal, como ela que não saia do lugar poderia ter tantas amizades com bichos tão interessantes?
Quando me dei conta ela já era maior que nossa casa. Estava adulta. Já nos agradava com uma bela sombra e também com seus deliciosos frutos. Alimentava a uma legião de bicos famintos; talvez fosse esse um dos motivos de tanto carisma e não a magia pura e simples; eram comensais seus convidados hospedes; a natureza também tem seus negócios, seus interesses.
Agora, tão grande, você pensaria que ela já não tem mais medo de chuvas. Engano seu, ela continua medrosa como sempre, só que agora é o telhado que ela desordena quando os ventos lhe amedrontam. Certa vez parecia que ela ia destelhar a casa. Meu pai, que não sei por qual razão adora uma poda, estava em casa nesta ocasião, e ao ouvir o escândalo que nossa querida árvore fazia ao elevar as telhas e bater nos caibros, disse com certo escárnio dos que acham fácil deitar uma planta e duvidam da existência de plantas mágicas:
_Você precisa arrancar esta árvore ou ela acabará derrubando parte de sua casa.
Olhei sério. Respirei fundo e devolvi aquela colocação com a sinceridade que não me tem faltado ao tratar de assuntos sérios.
_Pai, não me importa que ela arranque o telhado e salte para dentro de meu quarto. Nós a amamos e para nós ela é mágica. Deve haver outra maneira de preservar a casa sem precisar arrancá-la.
Ainda não encontrei a solução para o caso. Estou aguardando a visita de um jardineiro muito respeitado, um que herdou o ofício de seu pai que possuía em vida uma reputação inigualável. Dependendo do que ele disser acatarei as medidas cabíveis. Ele certamente reconhecerá que está diante do caso de uma planta mágica; nem que para isso eu tenha que convencê-lo através da leitura deste conto.
Seja como for, a quem perguntar, eu prometo contar o desfecho do caso da nossa querida goiabeira mágica.
A psidium guajava que brotou no corredor lateral ao corpo de minha casa, ao lado do meu quarto, era uma raríssima espécie mágica.
Quando brotou foi ignorada até atingir uma altura de uns vinte e cinco centímetros, creio.
Não sou zeloso com o quintal. Sou mais um tipo que vez ou outra sai arrumando e ajeitando e no final acha lindo o resultado do esforço e jura em falso tornar esta ação mais freqüente, menos espaçada, mas logo este ímpeto passa e cede lugar a prioridades.
Foi numa dessas raras ocasiões que me deparei com a tal árvore mágica; confesso que por ela não dei absolutamente nada; lembro-me de ter comentado com minha esposa: _Brotou uma árvore ao lado do nosso quarto, creio ser uma psidium guajava.
Ela não se empolgou, agiu mecanicamente com aquela empolgação pronta, artificial: _Que legal! Ela disse. E completou: _Vai deixá-la crescer? Perguntei por que não deixaria, ela disse sei lá e a árvore seguiu a ordem divina e cresceu milímetro a milímetro sem pausa, sem pressa, sem ansiedade.
Quando atingiu a estatura de um metro e meio já conseguia com seus frágeis e jovens galhinhos experimentar a textura da parede do muro da casa ao lado e da janela de zinco de meu quarto.
Foi nessa época que ela deu os primeiros prodígios de seus poderes miraculosos. Era madrugada. Os ventos uivavam por sobre nosso telhado. O ar úmido prenunciava a chuva que certamente se aproximava. Eu não tinha mais nada para fazer, a televisão não me detinha, nem a leitura me apetecia. Era para o mundo de Morfeu que eu me encaminhava preguiçosamente entregue em meu colchão novinho em folha, semi-ortopédico, garantia de horas de bom sono contínuo. Ah, que saudade dele novinho!
Foi rápido para chegar ao estado de sono REM.
Mas a psidium guajava queria atenção, estava assustada e caprichosamente começou a roçar minha janela. O farfalhar das folhas não nos incomodava, já éramos acostumado com aquele som, mas aquele leve arranhar da janela me surpreendeu, devo admitir. Acordei assustado. Não aterrorizado, histérico, com o coração aos galopes, mas assustado, da forma mais básica que possa imaginar.
O vento soprava. A chuva não havia ido além da promessa e a psidium guajava arranhava a janela de um jeito muito delicado, mas insistente.
Na manhã que seguiu aquela madrugada encontrei o quintal todo úmido, molhado. A promessa de chuva fora cumprida. Fui até a pequena arvora mágica e notei que havia apontado para a janela de meu quarto um pequeno galho cujas folhas haviam se desprendido, e assim deixava exposta a fina extremidade do braço da plantinha. Um imenso capricho ela abandonar algumas folhas, apenas para poder com um “dedinho” arranhar a janela de meu aposento, pedindo proteção, carinho, quem sabe.
O tempo passou e as raízes aprofundaram-se, o tronco foi ganhando um contorno mais corpulento e a copa se alargou ao ponto de oferecer uma deliciosa sombra sobre meu quarto, para as horas mais quentes da tarde. Mas nessa época de “adolescência” da planta ela mostrou-se desajeitada como todos são nesta idade e não precisava de uma forte chuva pra causar a impressão que a qualquer momento romperia a janela e iria parar no meio do quarto, espavorida e toda molhada. Ela tinha pavor de chuvas precedidas por fortes ventos.
Decidimos ser aquele o momento ideal para a primeira poda. Feita a poda os galhos próximos a janela ficaram distantes. Não era uma distância demasiada, mas certo que era algo suficiente para que, mesmo em dia de temporal, ela não conseguisse tocar a janela de meu quarto para nos chamar a atenção atrapalhando nosso repouso.
Mas que nada. Mesmo mocinha ela ainda se comportava como criançola, e usando seus poderes mágicos adquiriu uma flexibilidade de seu tronco de dar inveja a uma contorcionista respeitada; e numa chuva mais brava, por meio de um esforço hercúleo, lá estava nossa árvore mágica; apavorada a pedir para adentrar nosso quarto através da janela.
No dia seguinte cortei mais um pouco dos galhos. Não adiantou nada. Creio que se tivesse tirado todos seus galhos, deixando-a pelada, o que seria uma atrocidade, ela ainda curvaria seu tronco para nos chamar a atenção nas noites de chuva brava. Digo mais, se cortássemos seu tronco tenho certeza que ela escalaria as paredes, feito uma aranha, fazendo de suas raízes inúmeras pernas, só para arranhar a janela de nosso quarto.
Durante o dia era muito raro vê-la tão assustada, mesmo por que não ficávamos em casa neste período.
Até para as plantas o tempo passa e as fases sedem vez as que chegam trazendo novidades.
Com os galhos mais robustos ela passou a convidar amigos para passar temporadas em suas folhas. Eles vinham de todas as partes; pardais, pombinhas, maritacas (estas barulhentas e fanfarronas), aquela ocupação temporária era mais um sinal dos poderes miraculosos de nossa querida árvore. Afinal, como ela que não saia do lugar poderia ter tantas amizades com bichos tão interessantes?
Quando me dei conta ela já era maior que nossa casa. Estava adulta. Já nos agradava com uma bela sombra e também com seus deliciosos frutos. Alimentava a uma legião de bicos famintos; talvez fosse esse um dos motivos de tanto carisma e não a magia pura e simples; eram comensais seus convidados hospedes; a natureza também tem seus negócios, seus interesses.
Agora, tão grande, você pensaria que ela já não tem mais medo de chuvas. Engano seu, ela continua medrosa como sempre, só que agora é o telhado que ela desordena quando os ventos lhe amedrontam. Certa vez parecia que ela ia destelhar a casa. Meu pai, que não sei por qual razão adora uma poda, estava em casa nesta ocasião, e ao ouvir o escândalo que nossa querida árvore fazia ao elevar as telhas e bater nos caibros, disse com certo escárnio dos que acham fácil deitar uma planta e duvidam da existência de plantas mágicas:
_Você precisa arrancar esta árvore ou ela acabará derrubando parte de sua casa.
Olhei sério. Respirei fundo e devolvi aquela colocação com a sinceridade que não me tem faltado ao tratar de assuntos sérios.
_Pai, não me importa que ela arranque o telhado e salte para dentro de meu quarto. Nós a amamos e para nós ela é mágica. Deve haver outra maneira de preservar a casa sem precisar arrancá-la.
Ainda não encontrei a solução para o caso. Estou aguardando a visita de um jardineiro muito respeitado, um que herdou o ofício de seu pai que possuía em vida uma reputação inigualável. Dependendo do que ele disser acatarei as medidas cabíveis. Ele certamente reconhecerá que está diante do caso de uma planta mágica; nem que para isso eu tenha que convencê-lo através da leitura deste conto.
Seja como for, a quem perguntar, eu prometo contar o desfecho do caso da nossa querida goiabeira mágica.
Oi..
ResponderExcluirvim aqui por seus comentário no blog Delas...
na verdade, não fui eu quem escreveu, foi uma das outras colaboradoras, mas enfim, eu estava visitando alguns de nossos leitores.
adorei saber que encontrou o nosso blog. Somos 5 pessoas e a organização não é muito boa.. mas espero que tenha gostado de lá. Te convido a acessar meu blog pessoas o Surteei (http://surteei.blogspot.com), vai ser bom continuar a te ler.
Gostei bastante do seus texto. Ele sem duvida em bem grande, mas mesmo assim a gente não para de ler.. é super envolvente e criativo. Eu adorei.
Parabéns.
;D
olá amigo!
ResponderExcluiresta semana terei o prazer de colocar "cantares"
la no meu cantinho.
fico feliz em postar musicas que são agradaveis ao seu ouvido.
voce esta melhor que nunca na suas escritas.
otima semana.
bjos.
Obrigado pelo comentário no meu blog!! Sempre que puder dê uma passadinha, assim como vou dar no seu já que vou segui-lo, um beijo, Pam
ResponderExcluirAdorei o texto, muito bom.
ResponderExcluirGostei daqui tbm!
Não é bem minha área, mas, talvez seja o caso de uma poda diferente e mais constante, temos q verificar sempre a posição correta quando plantar determinada espécie!!.
ResponderExcluirEu queria que nascese uma florzinha entre as pedras de mim...
ResponderExcluiraah então vai ter que me dizer que fim levou a árvore, porque eu fiquei curiosa >.<
ResponderExcluirobg pela visita :D Gostei daqui, tô seguindo!
Fi :*
Obrigado pela visita ao meu blog!
ResponderExcluirVolte sempre...
estive dando uma olhada nos seus textos e são muito bons!
parabéns
Devo confessar que não sou lá muito fã de contos, mas não sei por que os seus e os do meu 'amigo' Ranzinza eu gosto... são envolventes, cada um a sua maneira, e não me entediam, nem cansam... parabéns!
ResponderExcluirAh, qto ao amor pela goiabeira, eu compreendo muito bem...já tive meus casos com ela... vivia a 'trepar' nela, envolvendo-me em seus galhos, comendo de seu fruto,fazendo companhia uma pra outra... e de fato, cada qual tem sua magia... hehe
Obs: Estás a ficar famoso hein? Veja qtos assiduos de seu blog... rs. Parabéns Jefh.
Prossigamos então. Até.
Oi Pessoa !
ResponderExcluirtudio bom ? ' ;D
Quando li seu post eu comecei a rir
mas não por zoação é porque euu dou risada
de tudo mesmo ' ;D
kosakoask '
Mas dessa vez tem outro motivo ' ...
enquanto eu lia seu post eu ficava pensando '
Putz ! É a primeira árvore que eu conheço que tem história pra contar ' =D
A "Árvore mágica" já é quase da família
[tá, parey ':P]
asaskoaksok '
Hey ! já tava esquecendo de agradecer =P
Muito obrigada por ter passado lá no meu Blog ' =D
Os post são meio que nada a ver com nada '
mas o pessoal se diverte ' =D
Beiijos ' =*
e Volte Sempre ' :D
AHHHHH e me dá notícias da "árvore mágica "
ksaoksaokas ' :P
Oi amigo! Vim retribuir e agradecer a visita ao meu blog! Adorei o seu e sempre q der passarei dar uma espiada! valeu e volte sempre q quiser!
ResponderExcluirOiiii Jefff! estou retribuindo a visita ¡P adoreiii seu blog !!! existe realmente muitas pessoas que amam ler e escrever ... poetas e amantes do que è bom !!! Feliz 2010 e muito sucesso !
ResponderExcluirjaqueline
http://amordobrado.blogspot.com
Gostei muito do seu texto. Ele sem duvida é bem grandinho, mas mesmo assim eu não parei de ler. é envolvente e criativo, meus parabéns.
ResponderExcluirTo te seguindo também
beeijos,
bom finzinho de tarde pra ti
Daniela Lima, eu agradeço por sua natural vontade em ajudar: Acho lindo o ser solidário. Tenha certeza que levarei sua boa dica ao jardineiro muito douto que aqui virá para avaliar o caso de minha psidium guajava mágica.
ResponderExcluirVirgínia Lupinni, sem dúvida que são. Tentei fazer ao meu modo uma homenagem. Acha que gostariam se vissem? Dei o endereço do blog, mas não sei se vieram, pois se vieram não comentaram. E claro que nem todo mundo tem acesso a rede, não sei... O acha?
Kilza Miranda, só se for agora. Obrigado pelo convite! Aceito de muito bom grado. O site é muito legal. Abraço!
Beça, e o que lhe escapa meu amigo bom do humor? A foto é de Caraguatatuba, mas a pasta na qual salvei é legítima de São José dos Campos. Abração!
Tatiane Trajano, é simples, plante a sementinha e cultive, regue... abraço, até.
Vivian, a árvore está lá, medrosa como sempre e maior que nunca. Mas não deixe de vir saber o desfeche da história a qualquer momento neste mesmo canal (blog). Abraço!
Cristian Mossi, voltarei sim. E obrigado pelo comentário. É bondade sua. Abraço!
Tati Rodrigues, perdi seu comentário nada, fiz foi uma tremenda confusão com outros e mandei mensagem para você pensando que era seu (rindo agora). Desculpe.
Famoso nada, Deus sabe quantas visitas fiz e faço para que venham dar uma olhada nos meus textos, mas estou muito feliz com tanta gente bacana aparecendo, voltando, ficando... até guria.
Suri, legal que veio! Você é muito criativa e da árvore lhe darei as novas (rindo). A gente se lê por aí!
Cátia Raposo, voltarei ao seu blog sim, e continue espiando por aqui. Abraço!
Jaqueline, feliz 2010 e sucesso pra você também! Abraço!
Marie, obrigado por vir e por seguir-me; abraço!
Obs. Não reparem no “respotão”, amigos. É que aqui não tem opção para comentar logo abaixo do comentário, foi então que bolei este respostão. Espero que tenham vindo e vindo tenham gostado. Abraço e obrigado!
Obrigado pela visita, seu blog é muito rico em conhecimento. Gostei muito. Já estou te seguindo. Abraços.
ResponderExcluirinteressante...
ResponderExcluirbjus
Espero que tenha outra solução. Ela é mágica, eu sei...
ResponderExcluirEu quero saber! Acho que todas as plantas são mágicas!!!
ResponderExcluirOláááá´!!!!!!!!!!!!!
ResponderExcluirApesar da demora pra vir aqui, vim! hauhauhaua!
Obrigada pela visita ao meu blog!
Espero te ver mais vezes por lá!!! =)
Você escreve muito bem!!!
Sempre que possível, voltarei aqui!
Abraços!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Delza, não tem de quê. Obrigado por estar seguindo. Abraço!
ResponderExcluirSandra, obrigado!
Erica Vittorazzi, tenho esperança de encontrar outra solução. Obrigado!
Mônica Chaves, são lindas as suas obras. Parabéns!
Carol Mioni, sim. Todas as plantas possuem em sua seiva a magia guardada. Abraço!
Laís D’Ponte, obrigado por vir e são bondosas as suas palavras. Volte muitas e muitas vezes. Estarei esperando. Abraço!
O que aconteceu coma goiabeira??
ResponderExcluir0.0
Sua visita sera sempre muito bem vinda!
ResponderExcluiradorei seu blog, volte sempre q quiser.
Vou seguir seu blog
Ola,
ResponderExcluirdesculpe a demora em responder, é que estava viajando e ainda estou colocando as coisas em ordem, eheheh
gostie de seu blog, textos bons.
tambem faço como voce em busca de blogs novos e consigo achar coisas boas sempre.
Estamos ai, vamos nos falando, lendo e vendo o que há em comum ou não, ehehehe
abs
Pra variar mais um excelente texto! E aproveite que o Ofensivo atualizou finalmente! http://ofensivopornatureza.blogspot.com
ResponderExcluirja encontrou a solução????
ResponderExcluirlinda noite.
bjos.
Venho agradecer a sua visita ao meu cantinho e, em simultâneo visitar o seu.
ResponderExcluirGostei do "caso" da árvore mágica :), voltarei para ler o desfecho. Gosto da sua forma de se expressar.
Parabéns, aqui deste lado do oceano.
(T.), a goiabeira está lá, aguardando o seu julgamento (sorrio).
ResponderExcluirDiogo, obrigado! Anima-me muito suas palavras. Muito obrigado, amigo!
Vivian, obrigado! Irei sim ao seu blog e sinta-se em casa por aqui. Abraço!
Ronaldo, a gente vai se falando, amigo. Obrigado por vir. Ates tarde. Abraço!
Beça salve! Seja bem vindo! Bondade sua. Irei sim ao seu. Abraço!
Loira, linda noite pra ti também! A solução vira com o jardineiro muito douto em jardinagem; creio que neste próximo final de semana. Até!
Arroba, obrigado por vir de tão longe. Venha mais vezes. Estarei contando o que ocorrer com minha planta mágica (sorrio).
Jef, sua psidium guajava está muito parecida com
ResponderExcluirDelonix regia.
O Tronco liso parece goiabeira sim, mas as folhas...Flamboyant...???
Anônimo Canônico, matou, amigo. Flamboyant é a planta que usei como interprete de minha delgada goiabeira. A foto foi apenas para ilustrar. Na verdade trata-se de uma Delonix regia atuando como psidium guajava mágica (sorrio). Abraço e obrigado por seu comentário!
ResponderExcluirOi Jef, fiquei inibida de colocar o comentário no meu nome... nem sabia que tinha esse recurso "ANÔNIMO"... qdo ví, pensei, puxa... o Jef é um cara tão legal... não quero desaponta-lo.
ResponderExcluirSabe Jef, você escreveu de uma maneira tão envolvente sobre sua goiabeira que, me transportei pra debaixo deste Flamboyant e fiquei a pensar numa solução.
Tenho um pouco da alma de Scarlett O´hara... é na terra vermelha do meu latifundio é que busco forças e recarrego sempre as baterias...rsrs...!!!
Por isso amei esse quintal de terra batida, remetendo-me assim, pra minha infância lá em Morro Agudo.
Bom, deixe eu me identificar, né...???
Já te enviei um outro recado e devo ter feito algo errado, pois voê não me respondeu.
Tenho um Blog de moda e nas minhas andanças, me deparei com um recado seu num desses Blogs.
Achei interessante sua colocação e resolví te mandar um recadinho.
Fiquei feliz em saber que você é da minha região (Ituverava/Orlândia).
Amei seu Blog e ficaria horas aquí falando sobre o que eu achei dele.
Amei.
Vou passar sempre por aquí, adoro sua maneira de escrever.
Agora, você me deve uma visita lá no Blog
www.achadosdamoda175.blogspot.com
Abraços.
Vanda, que comentário lindo esse seu! Fez-me tão bem ver que se identificou com o meu lugar – ele está em quase tudo que escrevo, quando não por completo é na retina que o manifesto – nosso lugar, este chão vermelho que parece sangrar... sabemos o que é (sorrio). Morro Agudo é uma linda cidade! Quanto ao comentário sem resposta, me desculpe; às vezes acontece; eu me perco um pouco ao tentar fazer um milhão de coisas ao mesmo tempo no computador, então, acabo achando que fiz tudo quando não (sorrio).
ResponderExcluirA maneira como se referiu ao meu blog é algo maravilhoso de receber, é um prêmio para a minha escrita, um grande prêmio. Só não visito o seu blog agora por eu estar indo para o trabalho, mas ao retornar, bem no final do dia, farei esta visita que tanto quero fazer.
Abraço e muito obrigado, Vanda!
Oi Jefh, estive pensando sobre a Psidium Guajava Mágica.
ResponderExcluirPelo que sei, a goiabeira só produz frutos nos galhos que são podados, mas, se vc cortar os galhos assimetricamente, deixando sua janela livre, estéticamente pode não ser o melhor, mas, pelo menos assim, tiramos a pobrezinha do corredor da morte.
O que acha...????
Abraços solidários...!!!
Vanda, eu não sei. O problema parece ser mais grave que eu havia pensado. A goiabeira pode estar infiltrando suas raízes por debaixo do fundamento da casa. Sendo assim, acho pouco provável que haja outra solução senão sepultá-la. Mas isso se for realmente a única saída, será para mim dolorosa e não deixarei de fazer com carinho, como em uma triste despedida.
ResponderExcluirAgradeço por sua atenção, pelo cuidado que me dedica, e logo trarei notícias. Abraço!
Olá, meu caro Jefhcardoso
ResponderExcluirEstou passando para agradecer a sua visita e o gentil comentário colocado lá no Saiba História.
Concordo plenamente com você. É bom ter a experiência do cultivo da planta e do cultivo do blog, pois as duas coisas sempre se complementam.
Quanto a Psidium Guajava Mágica, dá para perceber o seu profundo conhecimento da magia das plantas. E isso é um dom de poucos. Meus parabéns pelo texto!
Abraços, :-)
Pronto e atencioso; esse é o meu amigo Professor Adinalzir. Suas palavras são combustível para as minhas criações, amigo. É sempre muito generoso para comigo.
ResponderExcluirObrigado e forte abraço!
Oi, Jefh!
ResponderExcluirMuito legal o teu conto. É, realmente, as árvores são incríveis. E quanto mais contamos, mais ela insiste em crescer. Deve ser porque possuem hormônios de crecimento que são estimulados com a poda,natural ou intensional. Preservar, eis questão... Abraços! Gleidson
Oi, Jeph...
ResponderExcluirConsegui "ver" as cenas descritas com tal leveza que já estou aqui achando um meio de salvar a Psidium.Comece por extrair dela uma muda ou sementes,não sei como se planta uma goiabeira, mas "um filhote " pode amenizar a triste situação.
Há alguns anos , sacrifiquei um "ficus " na minha calçada porque as raízes levantaram o muro do quintal.Quando o caminhão da prefeitura levou aquela árvore magnífica de folhas extremamente brilhantes fiquei arrasada, porque tive a dimensão de que matara um ser vivo para preservar tijolos.
Seu texto levou-me de volta e pude imaginar a sua tristeza.
Mas, meu amigo, vamos ao texto: sensível,colorido de sentimentos,muito, muito bom.Parabéns.
Bjs.
Em tempo :em 6/06 publiquei um texto de Antonio Ramos Rosa sobre a árvore- "Toda árvore é um ser para ser em nós." Dê uma olhadinha. Acho que vai gostar.
Obrigado por sua pronta atenção, Gleidson; e creio que a natureza possui sua linguagem, crescer após a poda é uma forma de expressão hormonal, amigo. Preservemos: é isso.
ResponderExcluirAbraço!
Sacrifício; essa é a palavra que define o que estou sentindo. Obrigado!
A história de seu “ficu” é muito tocante.
Que bom ver o reflexo de meu texto em suas memórias. Isso mostra que havia uma alma no que eu escrevia, e isso me deixa muito contente.
Irei ver o texto que publicou, de Antonio Ramos Rosa. Obrigado e forte abraço!
Parece-me muito misteriosa, mas gostei muito do texto que embora um pouco grande mas dei uma lida em quase tudo.
ResponderExcluiradorei o desfecho até onde pude ir.
parabéns pelos escritos e pela sinceridade que dispõe as palavras.
Elas até ficam mágicas em suas mãos.
Maria, obrigado por vir! Tenho a lamentar apenas o fato de não ter lido até o final. É que reservei uma surpresinha. Espero que retorne e termine a sua leitura. Interessa-me muito a sua opinião, que não haja duvida é totalmente sincera (sorrio). Abraço e aguardo!
ResponderExcluirOi Jefh... sua psidium guajava mágica ficou na minha memória.
ResponderExcluirFoi um texto marcante que, logo após lê-lo, encontrei por aí nas minhas andanças pela net aquela árvore com uma bolsa de renomado estilista.
Batí o olho e pensei:-
_ Eu era muito mais feliz quando subia na minha psidium guajava mágica da minha infância.
Ah!, como eram cheirosos... suculentos...!!!
Hoje, só encontro pelo meu caminho aquela outra árvore, com bolsas de grifes, que ao colhê-las, não me dão tanto prazer como aqueles frutos reais da minha infância.
Enfim, gostaria de ficar a noite toda fazendo uma analogia sobre essas duas árvores, mas, se faz tarde e o sono chegou.
Vim mesmo te dar um "oizinho" meu poeta da cidade de terra vermelha e saber "NOTÍCIAS" da "nossa" psidium guajava mágica.
Sim, após seu texto, também me sinto um pouco parte desse impasse doloroso.
Me conte tudo... eu preciso saber dela...!!!
Abraços solidários.
Vanda, a minha Psidium Guajava Mágica está no mesmo lugar. E como sendo época de chuvas está ainda mais vigorosa, porém suas raízes já destruíram a calçadinha do corredor e o risco de causar danos ao fundamento da casa é eminente. Terei mesmo que tira-la de lá, mas estou protelando ao máximo. Meu conforto é ter tirado algumas mudas dela e inclusive uma de suas filhas está mais frondosa que nunca. Creio que amenizará a saudade ao olhar a filha e vê-la tão bela, tão vigorosa.
ResponderExcluirDesculpe minha ignorância, mas de qual grife você fala agora?
Muito obrigado pelo carinho e aguardo resposta. Abraço!
Provavelmente eu já vou saber qual o desfecho final.Numa próxima postagem quem sabe rs,já q estou tão atrasada rs.
ResponderExcluirQuando eu era pequena morava numa casa em q meu quintal era um bosque,e eu amava balançar naquelas árvores.Infelizmente tivemos q nos mudar pois a casa era de aluguel e o dono havia pedido p/ q ela pudesse ser reformada p/ vendida.Meu pai na época ñ tinha condição de compra-la para a minha tristeza.Até hoje ñ tive oportunidade de ter uma árvore em meu quintal,os demais eram cimentados e sem vida.
Vc é um privilegiado.Eu espero q ela ainda esteja acarinhando vocês com sua folhas mágicas.
Beijos.
Pérola, que lindas as imagens de sua infância. Até na “dureza” havia certa poesia. (sorrio). Sim. Sou mesmo privilegiado. Bjos.
ResponderExcluirNossa, fui convidada a ler "O Diário de Bronson" e acabei parando aqui, não resisti...
ResponderExcluirUm árvore no quintal diz tanto pra mim. Os lugares por onde andei, as casas que morei, sempre havia uma árvore no meu caminho, nas minhas brincadeiras...sempre gostei muito de terra, barro, cachoeira. Nas férias minhas amigas viajavam p/ praia, eu ia pro campo...
Hoje tive a oportunidade de comprar uma terreno e construir minha casa...Já são cinco érvores frutíferas plantadas por mim no meu quintal...é só o início...
Estou adorando os seus textos e obrigada pela visita lá no meu blog.
Roberta, muito legal essa sua relação com as árvores. Isso é muito agradável, e fico feliz por ter compartilhado em meu blog. Quero que volte aqui, nesta postagem, e conte suas 5 novas histórias. (sorrio). Obrigado pela atenção e carinho dispensados ao meu blog. Abraço!
ResponderExcluirAh!!! Meu lindo amigo...tem coisas que não se explica! Cheguei a pouco da casa onde morei muitos anos (minha filha e ao lado minha mãe ainda moram lá), coloquei os pés na grama suave, verde, corri com os cachorros, "brinquei" com os gatos! Fui olhar a figueira que agora sorri "cheinha" de folhas novas e em breve frutos...Olhei demoradamente a velha árvore (que meu pai plantou), agora também feliz com as folhas novas que brilham ao Sol de Primavera...Observei o tronco...por metade hoje, foi atingida por um raio num temporal forte...Mas nada impediu que ela "guerreira" continuasse firme...se pudesse diria "me falta um braço, ms continuo viva"...
ResponderExcluirCheguei em casa "leve", em paz!!! Visito tua "casa", passeio pelas páginas...sinto o perfume das flores... Leio "A Psidium Guajava Mágica", cada linha, cada frase...sou transportada pela mágia!!!
Lembro: "Você é filho do universo, irmão das estrelas e árvores,
você merece estar aqui e, mesmo se você não possa perceber,
a terra e o universo vão cumprindo o seu destino.
Procure, pois, estar em paz com Deus,
seja qual for o nome que você lhe der."
E assim vou saindo calmamente...Levando na alma...a mágia da "goiabeira" e procurando pela continuaçãoooo... Abraços...paz...luz na tua vida!