
Ele não teve mãe;
Era um homem triste e solitário.
Apegou-se a ela como se fora a única mulher na face da terra.
Faria qualquer coisa por ela...
Pobre homem!
Ela era cheia de caprichos;
Achava que o marido fosse rico;
O dono do mundo.
Aquela mulher tinha tudo...
Ambiciosa,
Não deu valor algum;
Portou-se como uma víbora;
Exigiu até o que lhe era oculto.
De herdeiro único a traidor imundo!
Confiança eterna a dão;
Fraco, faz-se ladrão.
Pobre homem!
Agora do suor do rosto o pão,
O vinho do sangue das mãos,
"Não és mais bem vindo;
Sois decepção!"
Perdão?!
...
Perdão!
...
Perdoai-me.
...
Devo partir então?
...É, vá.
Era um homem triste e solitário.
Apegou-se a ela como se fora a única mulher na face da terra.
Faria qualquer coisa por ela...
Pobre homem!
Ela era cheia de caprichos;
Achava que o marido fosse rico;
O dono do mundo.
Aquela mulher tinha tudo...
Ambiciosa,
Não deu valor algum;
Portou-se como uma víbora;
Exigiu até o que lhe era oculto.
De herdeiro único a traidor imundo!
Confiança eterna a dão;
Fraco, faz-se ladrão.
Pobre homem!
Agora do suor do rosto o pão,
O vinho do sangue das mãos,
"Não és mais bem vindo;
Sois decepção!"
Perdão?!
...
Perdão!
...
Perdoai-me.
...
Devo partir então?
...É, vá.
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