
Quando a luta termina,
O sonho espira.
As forças de Morfeu se aniquilam;
A lua já não alumia,
E o sol brilha;
Morre noite / Nasce dia
Sol que se ergue,
Queima o dia imberbe,
Aquece e abrasa a pele;
Faz-nos molhar feito em febre.
Resplandece como se eterno.
Pobre dia que lento esvai e sequer percebe!
Sol resplandecente,
Servo de Apolo;
Eia! Eia!
Queima, Faetonte, tolo ardente!
Rompendo a alvorada da vaidade;
Deite-se, em fim, atrás da linha imaginária.
Eis as trevas!
Lentamente engole o dia ex-ardente;
Terror noturno,
Solidão latente.
Lua fria a espreitar a vida;
Fria a noite do dia que agoniza.
Venha lua solitária;
Serva de Plutão,
Sirva solidão,
Cubra com escuridão;
Em bandeja negra de imensidão.
Ainda que velha e farta de vida,
Triste é a noite que finda!
Vomita de vagarinho o sol nascente;
Que caminha sobre a gente,
Caminha,
E morre novamente.
“Por Jefhcardoso: aí está minha singela homenagem nesta data em que dedicamo-nos a refletir sobre as nossas mais profundas saudades. Que Jesus Cristo conforte todos os corações nostálgicos! É meu mais sincero desejo.”
O sonho espira.
As forças de Morfeu se aniquilam;
A lua já não alumia,
E o sol brilha;
Morre noite / Nasce dia
Sol que se ergue,
Queima o dia imberbe,
Aquece e abrasa a pele;
Faz-nos molhar feito em febre.
Resplandece como se eterno.
Pobre dia que lento esvai e sequer percebe!
Sol resplandecente,
Servo de Apolo;
Eia! Eia!
Queima, Faetonte, tolo ardente!
Rompendo a alvorada da vaidade;
Deite-se, em fim, atrás da linha imaginária.
Eis as trevas!
Lentamente engole o dia ex-ardente;
Terror noturno,
Solidão latente.
Lua fria a espreitar a vida;
Fria a noite do dia que agoniza.
Venha lua solitária;
Serva de Plutão,
Sirva solidão,
Cubra com escuridão;
Em bandeja negra de imensidão.
Ainda que velha e farta de vida,
Triste é a noite que finda!
Vomita de vagarinho o sol nascente;
Que caminha sobre a gente,
Caminha,
E morre novamente.
“Por Jefhcardoso: aí está minha singela homenagem nesta data em que dedicamo-nos a refletir sobre as nossas mais profundas saudades. Que Jesus Cristo conforte todos os corações nostálgicos! É meu mais sincero desejo.”
Senhoras e senhores, já saiu a primeira tirinha de novembro no ZEZITO. Acessem! zehcalote.wordpress.com
ResponderExcluirAbraços
Ps.: Fiz uma citação sua no meu blog, se você não se importa.
Mais do que me abster de importar-me, senti-me homenageado, amigo. Obrigado por citar-me ao rodapé de texto de tamanha qualidade. Parabéns!
ResponderExcluirEi!
ResponderExcluirSou amigo de infância do Felipe aí em cima, vi seu link pelo "blog" (rarara) dele.
Dei uma passada de olhos por aqui e gostei do que vi.
Não gostava muito de poesia até uns tempos atrás, sendo que agora o mais certo a dizer é que simplesmente não a conhecia ainda.
Bem legal!
Guilherme, obrigado por sua visita! Se é amigo do Felipe, é amigo meu também (sorriso). Volte sempre. Tenho além das poesias algumas crônicas e uns continhos. Vá passando os olhos, vá passando.
ResponderExcluirAbraço!