
Ituverava, 01 de julho de 2009
Marina Colassanti é uma formidável escritora, e ouviu com muita paciência as minhas lamentações.
Faço um esforço Hercúleo em prol do amigo: Percorro corredores, encontro pessoas, distribuo panfletos, ignoro a indiferença e frieza com que o amigo trata minhas cartas, minha campanha, meu ser. A verdade é que não abandono este mau hábito de fazer o bem sem olhar a quem, tudo no intuito de restituir a identidade natal ao meu amigo e conterrâneo, Tás. As pessoas acham louvável, conto como iniciei tudo, digo sobre as cartas e o motivo de estar empenhado neste nobre propósito, afinal, trata-se de um ícone da comunicação brasileira, merecedor indubitável de uma esplendorosa homenagem. Outrora, amigo, corria descalço na ladeira do largo velho, a fim de fugir ao flagrante por roubo de alguma fruta de época, ou mesmo ocultar as moedas surrupiadas da igreja dos afro-descendentes. Aquele garoto que encantava a todos com suas travessuras, tornou-se um cidadão do mundo e acabou desligando-se de seu terrão vermelho natal. Mas tudo bem. Vamos avante devagar e sempre...
Nos corredores da Nona Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto fui ouvido com muita atenção pela extraordinária escritora Marina Colassanti. A mulher é detentora de nada menos que três prêmios Jabuti (1993 com “Entre a Espada e a Rosa”; 1994 por “Ana Z, Aonde Vai Você” e, no mesmo ano outro Jabuti por “Rota de Colisão”). Alem destes, Marina recebeu o prêmio Norma Fundalectura, se você não sabe, é este um dos mais importantes da América Latina.
Amigo, apesar dela nunca ter ouvido falar de você, ela me incentivou a continuar neste projeto, disse devemos investir no que acreditamos. Foi muito animador ouvir isto da parte dela.
Faço um esforço Hercúleo em prol do amigo: Percorro corredores, encontro pessoas, distribuo panfletos, ignoro a indiferença e frieza com que o amigo trata minhas cartas, minha campanha, meu ser. A verdade é que não abandono este mau hábito de fazer o bem sem olhar a quem, tudo no intuito de restituir a identidade natal ao meu amigo e conterrâneo, Tás. As pessoas acham louvável, conto como iniciei tudo, digo sobre as cartas e o motivo de estar empenhado neste nobre propósito, afinal, trata-se de um ícone da comunicação brasileira, merecedor indubitável de uma esplendorosa homenagem. Outrora, amigo, corria descalço na ladeira do largo velho, a fim de fugir ao flagrante por roubo de alguma fruta de época, ou mesmo ocultar as moedas surrupiadas da igreja dos afro-descendentes. Aquele garoto que encantava a todos com suas travessuras, tornou-se um cidadão do mundo e acabou desligando-se de seu terrão vermelho natal. Mas tudo bem. Vamos avante devagar e sempre...
Nos corredores da Nona Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto fui ouvido com muita atenção pela extraordinária escritora Marina Colassanti. A mulher é detentora de nada menos que três prêmios Jabuti (1993 com “Entre a Espada e a Rosa”; 1994 por “Ana Z, Aonde Vai Você” e, no mesmo ano outro Jabuti por “Rota de Colisão”). Alem destes, Marina recebeu o prêmio Norma Fundalectura, se você não sabe, é este um dos mais importantes da América Latina.
Amigo, apesar dela nunca ter ouvido falar de você, ela me incentivou a continuar neste projeto, disse devemos investir no que acreditamos. Foi muito animador ouvir isto da parte dela.
Meu Deus! Você pertinho assim da Marina Colassanti!
ResponderExcluirDá até inveja sabia? Ela é uma escritora maravilhosa e eu sou fã dela. Deu vontade de dar um gritinho de tietagem aqui só de ver. Apooooosto que você não deu...