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quinta-feira, setembro 30, 2010

O Candidato

Num passado distante, num distante país de terceiro mundo, houve um homem a quem todos chamavam “O Candidato”; algo muito diferente de mais um candidato em meio à multidão de candidatos que existia por lá. Acertemos então que falo de O Candidato em pessoa, e não de um candidato qualquer.
Dava gosto vê-lo no exercício de seu ofício. Era um verdadeiro mestre. O império romano teria sido muito mais extenso se fosse ele um dos imperadores.
Criança suja com o nariz escorrendo de pingar, chorando, arredia, ele identificava a um quilômetro de distância. Podia estar se debatendo no colo, esperneando, nada disso o intimidava. Ia até a criatura e lhe arrancava da mãe e, na grande maioria das vezes, domava o bichinho. Para tal, trazia no bolso direito da calça um punhado de balas que era renovado pelos assessores de tempo em tempo. No bolso esquerdo, trazia apitos e línguas de sogra. Caso as balas falhassem, dificilmente os brinquedos fracassariam. Ele próprio inaugurava os brinquedos, já os oferecia lubrificados [...]
Caso falhassem os dois bolsos, entrava em cena um assessor rápido como uma bala, tomava o rebento no colo, e estrategicamente se encaminhava para o contra fluxo da aglomeração de eleitores ávidos por um contato. As velhas o amavam de paixão. Ele as abraçava, sacudia, beijava na face, não se importava em resvalar algum canto de lábio desdentado e enrugado, oferecia seu perfume aos olfatos sofridos, carentes, nada familiarizados com a fragrância de um bom perfume importado, criteriosamente reforçado a cada pausa de deslocamento para outro bairro.
Os homens também o amavam. Eles eram forte e calorosamente abraçados. O enlace durava um, dois, três segundos. Tempo o suficiente para exaltações de caráter ufanista, promessas improvisadas, calor humano [...] Como ele era bom de improviso e de promessas! Dava tapas sobre o peito dos trabalhadores, nas costas, nos ombros, arrochos nos pescoços finos e grossos, algo que em muito fazia lembrar as famosas chaves de braço, sabe? Era carisma que sufocava, acalentava, conquistava, arrebatava [...]
O Candidato era filho, neto e bisneto de candidatos renomados. Seus antepassados jamais trabalharam, veja bem, jamais [...], jamais trabalharam em outra coisa que não fosse a conquista e administração da coisa pública. Quatro gerações de um talento nato. O Candidato Patriarca, O Candidato Junior, A Candidata Filha, O Candidato Neto, O Candidato Bisneto, e até O Candidato Sobrinho, todos traziam e exibiam orgulhosos a sua grande herança, o DNA.Nenhum eleitor contestava as qualidades genéticas da família Candidato. Os genes dos eleitores também eram uma herança ancestral. Acontecia de algum eleitor vir a se tornar um O Candidato, mas isso era algo raro (uma mutação genética).

Certa vez, durante certa campanha, isso eu faço questão de narrar, tudo corria muito bem para O Candidato, quando, de repente, a necessidade lhe contorceu as vísceras e fez-lhe verter suor gelado testa abaixo. Pediu licença na primeira porta de barraco que encontrou pela frente. A dona, uma mulher larga e de braços grossos, com três meninos sujos a sua volta, e uma menininha no colo, foi quem mostrou num gesto amplo o caminho para a fossa.
Era o terceiro bairro que visitava naquela manhã. No primeiro, desjejuou pão, manteiga, café com leite e uma paçoca, cortesia do botequim, algo irrecusável. No segundo, provou com boca boa a especialidade do local. Sua boca, habituada à comida de restaurante fino, não entortava diante da rabada da comunidade. Já na terceira visita, a dobradinha da Dona Noca cheirava da entrada do bairro até o palanque improvisado de frente ao Matadouro Das Moscas. Irresistível.
Mas, por obra do destino ingrato, inventou de provar um quibe com ovo num boteco ao sair de Noca. Aquele quibe só poderia estar estragado. Bastou uma mordida para sobrevir uma cólica dos diabos. Coisa da oposição. Algo que seria perfeitamente resolvido pela vigilância sanitária como primeiro ato após a posse.
A pressa pro desafogo das obras dos intestinos irritados foi tamanha que o candidato não teve tempo sequer para arriar as benditas calças de corte italiano. As cuecas de cetim e as meias de seda contiveram parte do caldo. O que passou fora acomodado dentro do sapato alemão [...] Como diz o dito popular: “o que não tem remédio remediado está”. Aquele incidente não o impediria de atravessar o resto do trajeto nos braços fortes de seu fiel eleitorado. Seguiu firme até o fim como se nada tivesse acontecido. Era como se ele ainda cheirasse ao delicioso importado. Sorriu para todos, tomou mais uma dúzia de meninos de nariz escorrendo no colo, beijou outras tantas velhas encantadas, apertou mãos, retribuiu o calor, abraçou, travou e foi travado em gravatas de braço, discursou e, no final, partiu com a certeza de incontáveis votos. E o que importaria feder e estar sujo se obtivesse a vitória? Fora aplaudido, fora ovacionado, era “O Candidato”.

Obs. Clicando no selo do Top Blog, logo abaixo do meu perfil, e preenchendo os campos nome/email, você contribui para que este blog concorra ao Prêmio Top Blog 2010. E eu lhe agradeço grandemente.ObsII. Estou agora, no twitter. Tenho tentado falar com o Marcelo Rubens Paiva. Trata-se de um projeto: Será Que O Cara Responde? Se quiser falar comigo lá é @Jefhcardoso74.

quinta-feira, setembro 23, 2010

É Primavera

Era uma manhã de setembro quando o velho Alincourt chegou diante do belo lago de minha cidade, estacou sobre um terreno baldio sito à margem direita, ergueu ao alto os dois braços com ambos os punhos cerrados e vibrou de modo indescritível.
No punho esquerdo o velho trouxe uma porção de terra em pó, poeira formada por noventa dias de estiagem. Ao abrir aquela mão, os vigorosos ventos de setembro levaram consigo a terra, que se desprendia e esvaía pelos ares, formando uma fina nuvem de poeira vermelha a andar no ar. O céu tornara-se vermelho, assim como a própria terra do lugar. Da mesma mão desprenderam-se folhas secas. Incontáveis folhas em tonalidades marrons, beges, amarelas. Um enorme urubu, atraído por um odor propagado pelo vento, passou a oferecer uma sombra circular sobre a cabeça do velho. Após a primeira ave, vieram outras da mesma espécie. Em pouco tempo eram seis, vinte e duas, trinta e cinco, cinqüenta e uma, mais de cento e três. Os ventos anunciaram uma carcaça canina em estado deplorável. Podre e inchada, a carcaça serviu de alimento para as aves, que disputavam tenazmente um naco da carniça vindoura. Curvadas a devorar os restos do animal, formavam uma imensa capa preta sobre o solo. Após despejar noventa dias de poeira sobre os ventos, o velho baixou a mão esquerda junto a sua coxa. Os urubus alçaram vôo, deixando a mostra apenas o esqueleto do animal.
Agora o velho tinha somente o punho direito erguido ao céu. Sentiu grandes gotas de chuva arrebentarem em sua face. Sua mão e seu braço tornaram-se trêmulos. Uma semente esforçava-se para germinar envolta em uma pequena porção de terra dentro do punho do velho. Mais gotas. Logo a mão do velho estava encharcada. Foi possível ver um pequeno broto superar o vão dos dedos indicador e médio de sua mão ossuda. Em seguida, longas raízes surgiram e se esforçaram para alcançar o solo agora úmido pela água da chuva, enquanto folhas rompiam pelos vãos de todos os dedos. Sorrindo, baixou-se e depositou a planta no solo. Esta sorvia voluptuosamente toda água que alcançava, e fincava na terra as suas raízes cada vez mais profundas e grossas. No ar agitavam-se suas folhas numerosas e verdejantes. Cresceu, cresceu, cresceu e logo desprendeu flores e mais flores amarelas. A chuva cessou. O sol brilhou novamente em tons de dourado. E o ipê amarelo apresentou-se majestoso diante dos olhos embevecidos do velho. Um sanhaço azul veio para contrastar com as flores da bela árvore. E o velho Alincourt, no instante seguinte, deitou-se sobre o manto de terra vermelha, forrado por flores amarelas, e com ambas as mãos espalmadas sobre o peito, suspirou, secou, petrificou, esfarelou, juntou-se ao solo e sucumbiu com a chegada daquela primavera.

*A primeira referência à cidade de Ituverava S.P, minha cidade, aparecida em obra impressa, é a de Luiz D’ Alincourt (nome que dei ao personagem do conto como singela homenagem), em sua “Memória”. Disse ele: “...existe agora uma capela sita em terreno desafogado, com mais de quinze moradas de casa, o que não havia em 1818; chamam a este lugar simplesmente Capela”. Esta referência eu encontrei no livro do Professor José Geraldo Evangelista (Crônica de Ituverava, espaço e tempo 1750 – 1950). Hoje Ituverava é uma pequena cidade com cerca de 40 mil habitantes, situada ao Nordeste do Estado de São Paulo.

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quinta-feira, setembro 16, 2010

O Quinto Sinal Vital

Hey Joe, o quinto sinal vital é a dor. Sim, Joe! Após a pressão nas paredes das tuas artérias, o pulsar do teu coração, o ar tragado e expelido por teus pulmões, e o calor da tua pele e do milieu intérieur¹, é a dor que vem provar que você está vivo, Joe. Melhor que morto, não? Quando isso fora proposto por cientistas, em uma mesa redonda, em algum lugar do mundo, eles estavam muito distantes dos campos de flores. Eles não pensaram em eleger algo como a alegria ou o amor para ser o quinto sinal vital, mas sim a dor. Por que será, Joe? Quando ninguém mais estiver te vendo, entre no teu quarto, feche a porta, deite em tua cama, puxe um cobertor por sobre a tua cabeça e chore, chore Joe. Chore tudo que não chorou desde que descobriu que tua mãe não poderia te proteger do mundo, Joe. Hey Joe, hoje abrace o teu irmão enquanto os teus braços são fortes o suficiente para o enlace vigoroso. Não espere o amanhã tardio. Plante mais esperança, Joe; pois em algum lugar do mundo os agricultores estão plantando papoulas² para mais tarde alimentar sigma, mu e kappa ³. Agradeça aos campos de papoula, Joe! Eles podem lhe proporcionar um momento de paz, quando no próximo recinto aguarda-o o feroz cão Cérbero, monstruoso e trifauce, sempre a latir, a vexá-lo, a mordê-lo*, contudo, hoje, Joe, hoje ainda há tempo para sorrir. Agradeça a Deus por isso, Joe. Agradeça. O quinto sinal vital é a dor. É a dor, e não a alegria ou o amor, Joe.

¹Expressão fixada pelo notável fisiologista francês do século XIX, Claude Bernard (fonte: Guyton & Hall; Tratado de Fisiologia Médica)²A papoula é uma flor da família das papaveraceae, cultivada, entre outras coisas, para extração de ópio, sendo este utilizado, também entre outras coisas, na produção de poderosos analgésicos, soníferos e sedativos, tais como a morfina e o fentanil. ³São receptores opióides encontrados nos neurônios de algumas zonas do sistema nervoso central e periférico.*Este cão fora capturado, retirado, transportado e adaptado das paginas da Divina Comédia de Dante Alighieri especialmente para ilustrar a face da dor descomunal.

quinta-feira, setembro 09, 2010

O Rei Dos Picaretas

Eis um pobre! Um picareta e mais nada. Em meio a tantos picaretas, mais um apenas. A verdade é dolorosa, eu sei. Porém, enquanto verdade, jamais deve ser desprezada ou omitida da luz dos fatos. Sei que é difícil o teu exercício de bajular para ser bajulado. Priva-te da critica. Assim perde o impulso para melhorar. É o preço que se paga. É um preço muito alto, eu concordo. Os da platéia idolatram os do palco, os do palco se julgam acima dos da platéia, os da platéia, por sua vez, imitam os do palco, olham para o lado e dizem: “veja, também sou admirável!” Ora, cale-se! Não vê que está atrapalhando o espetáculo? Há muitos notáveis para serem admirados, não roube a atenção que não lhe cabe. Entendeu?
Vá embora. Chore as tuas mazelas de luz apagada e porta fechada. Ninguém quer saber do teu pranto, além da tua casa! Encosta à beira do caminho junto de tua pedra maior, e ali vive à sombra da pedra até o seu último dia, na esperança que aquela lhe sirva de tampa para a sua cova rasa, logo coberta por erva daninha. Cova de gente comum. Cova de esquecimento [...]
Conforme-se, jamais fez nem fará um poema que contenha uma verdade nova. Jamais contará uma história que lhe arranque da multidão e lhe lance ao topo do Olimpo, diante milhares de olhos incrédulos de sua ascensão. No Olimpo tudo é belo, tudo é aplauso, e até as críticas lhe tornam mais nítido aos olhos mortais. Não é pra você. O teu tempo é esse, cara. Chega de babar Machado. Ele está morto e enterrado faz século. Chega de olhar para o passado e dizer com autoridade que bons foram os clássicos. Cale a boca! Dane-se você e os clássicos. Eles um dia foram nada como tu. Um dia eles foram escória, párias, pobres, funcionários públicos de baixo escalão, epiléticos, tímidos e atarracados, boêmios, desajustados [...]

Mas... Ei! Nisso há uma verdade que vem bem ao caso! Pense comigo, amigo: “Nem tudo está perdido; houve rei que já foi mendigo, escravo, cativo, metalúrgico.” Sabe, entre os picaretas que tenho visto você é o mais simpático. Quem sabe com o tempo não lhe elejam para algo. Rei dos Picaretas quem sabe! Será um rei. Possuirá muitos súditos. Podem querer imitar-lhe. Já pensou nisso? Podem passar a rir de tuas piadas ainda que sem graça. Podem lhe dar dinheiro ainda que não peça. Podem lhe render muitas homenagens. Podem lhe convidar a todos os lugares, lhe entregar um molho de chaves contendo a chave de centenas de cidades. Você pode se tornar um imortal. Sabia? O Rei dos Picaretas! Um notável! Um memorável! O meu amigo um rei!
Siga em frente, amigo. Desculpe se fui indelicado com você ainda há pouco. Não quis magoá-lo. Espero que considere mais nossos momentos de amizade que este desaforo despropositado que lhe fiz sem maldade, num momento de raiva. Espero que se recorde das vezes que lhe elogiei quando você ainda era nada, apenas mais um picareta em meio à picaretada. E quando tornar-se o grande Rei dos Picaretas, não te esqueças deste pobre amigo que tanto apreciou tua obra, tanto lhe apoio, tanto lhe incentivou, tanto lhe prestigiou quando ainda eras um nada.

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quinta-feira, setembro 02, 2010

Marcelo Rubens Paiva

No dia em que conheci Marcelo Rubens Paiva, ou melhor; no dia em que ouvi pela primeira vez falar sobre o escritor Marcelo Rubens Paiva, foi na pergunta do amigo Cazú: _Você conhece Feliz Ano Velho, o livro? Eu disse que não conhecia. Então ele bateu a mão na testa e disse: _Cara, como é que você, que faz Fisioterapia, não conhece esse livro? O livro é muito bom! Conta a história de um cara que deu um mergulho e ficou tetraplégico. Virou até filme. Não é possível, Jefh?
Pensei: “Bem, depois dessa só lendo o livro mesmo”. E eu li. Peguei na biblioteca da facu, em Batatais; comecei a leitura e só parei quando terminei. Li o livro inteiro num só fôlego. Isso foi em 93. O livro foi publicado originalmente em 82. Em 83, Marcelo ganharia o prêmio Jabuti como autor revelação. No livro o autor conta como um mergulho em água rasa mudou tragicamente a sua vida, lhe tornando cadeirante. Em 2009, estava eu em Ribeirão Preto, dentro do Theatro Pedro II, aguardando o “bate papo” - modo como os escritores gostam que chamem as suas entrevistas com um mediador e abertura ao público - com Marcelo Rubens Paiva, quando, por obra do destino, fui acometido por uma súbita vontade de urinar. Fui. Surpresa! Ao pisar no corredor que dava para o banheiro lateral ao salão do teatro dou de cara com ninguém menos que o escritor Marcelo Rubens Paiva. Era a segunda vez que eu o conhecia; se considerarmos que se conhece alguém a partir da leitura de seu livro autobiográfico.
Agora imagine: Eu, que só conhecia o autor através de sua fama e livro, me deparo com o cara no corredor, e ainda com dificuldades para ter acesso ao palco do teatro, pois a porta do elevador não era larga o suficiente para a passagem de sua cadeira. Fui até o cara, havia muita gente próxima dele, pessoas da organização do evento, gatinhas assessoras, fãs, mas eu não me intimidei; fui direto: _Marcelo, eu sou Jeferson, eu quero lhe ajudar com essa cadeira. Posso? Acho que ele achou meio esquisito. Eu também acharia. Mas ele disse que sim. E aguardou até que solucionasse o caso, eu também aguardei. Encontraram outra passagem de acesso. Ele foi de forma tranqüila ao palco. Acreditem.
O bate papo transcorreu bem. Ele falou de tudo um pouco. Do livro Feliz Ano Velho, da condição de cadeirante, de outros livros, da vida, de Machado de Assis, dos escritores do leste europeu...
Quando terminou o bate papo, eu fui até ele. Fiz fotos. Falei com o cara. Disse que eu era fisioterapeuta como um dos personagens do livro Feliz Ano Velho, porém, diferente, mais tranquilo. Ganhei um autografo no livro que havia acabado de comprar (A Segunda Vez Que Te Conheci). Ele colocou na dedicatória: Ao Fisio Jeferson, grande abraço: Marcelo. Ofereci-lhe alguns textos de minha autoria, ele aceitou. Ficou de retornar, não retornou. [sorrio]

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